quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
domingo, 1 de dezembro de 2013
domingo, 24 de novembro de 2013
Alunos do 3ºC e 3ºD:
Para os alunos do 3ºC e 3ºD:
Sobre Manuel Antônio de Almeida:
Manuel Antônio de Almeida (Rio de Janeiro, 17 de novembro de 1831 — Macaé, 28 de novembro de 1861) foi um médico, escritor e professor brasileiro.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Ant%C3%B4nio_de_Almeida
Sobre Manuel Antônio de Almeida:
Manuel Antônio de Almeida (Rio de Janeiro, 17 de novembro de 1831 — Macaé, 28 de novembro de 1861) foi um médico, escritor e professor brasileiro.
| Ocupação | Médico (formado), jornalista, funcionário público (administrador daTipografia Nacional) |
Filho do tenente Antônio de Almeida e de Josefina Maria de Almeida. Seu pai morreu quando Manuel Antônio tinha onze anos de idade. Concluiu a Faculdade de Medicina em 1855, mas nunca exerceu a profissão. Dificuldades financeiras o levaram ao jornalismo e às letras.
Foi redator do jornal Correio Mercantil, para o qual escrevia um suplemento, A Pacotilha. Neste suplemento publicou nas paginas dos folhetins sua única obra em prosa de fôlego, a novela Memórias de um Sargento de Milícias, de 1852 a 1853, em capítulos.
Pertenceu à primeira sociedade carnavalesca do Rio de Janeiro, o Congresso das Sumidades Carnavalescas, fundado em 1855.
Foi professor do Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro.
Em 1858, foi nomeado diretor da Tipografia Nacional. Lá, conheceu o jovem aprendiz de tipógrafo Machado de Assis.
Procurou iniciar a carreira na política. Quando ia fazer as primeiras consultas entre os eleitores, morreu no naufrágio do navio Hermes, em 1861, na costa fluminense.
Obra
Memórias de um sargento de Milícias, de 1852, foi seu único livro. Retrata as classes média e baixa, algo muito incomum para a época, na qual os romances retratavam os ambientes aristocráticos. A experiência de ter tido uma infância pobre influenciou Manuel Antônio de Almeida no desenvolvimento de sua obra.
Escreveu também a peça de teatro Dois Amores em 1861, que foi apresentada após a sua morte, com música da Condessa Rosawadowska, sem alcançar sucesso.
Também escreveu crônicas, críticas, artigos, etc., publicadas em jornais da época e que foram reunidas em livro, em 1991, por Bernardo de Mendonça a partir da pesquisa de fontes primárias, a começar pelo jornal Correio Mercantil, do Rio de Janeiro. A Obra Dispersa de Manuel Antônio de Almeida reúne não só a colaboração dispersa em jornais e a opereta Dois Amores, mas três antologias complementares: a correspondência ativa, descoberta entre os recentes anos 50 e 60, dirigida a Quintino Bocaiuva, Francisco Ramos da Paz e José de Alencar; os depoimentos de contemporâneos, como Francisco Otaviano, Machado de Assis, Augusto Emilio Zaluar, Felix Ferreira, Joaquim Manuel de Macedo; e, por fim, uma mostra das hesitações críticas nas leituras pré-modernistas das Memórias de Um Sargento de Milícias.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Ant%C3%B4nio_de_Almeida
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
LEITURA VIRTUAL PARA 3ºC e3ºD:
Literatura Africana Contemporânea
A literatura africana contemporânea
não tem recebido, especialmente nos países de língua portuguesa, a devida atenção, merecida por sua importância
cultural. Ela tem se manifestado nos diversos idiomas que configuram a teia
linguística do continente africano, dos quais os principais são os de origem
francesa, inglesa e portuguesa.
A
literatura exercitada neste continente ganhou repercussão mundial por meio de
autores renomados e premiados, como Wole Soyinka, da Nigéria; Nadine Gordimer,
da África do Sul; e o egípcio Naguib Mahfuz, todos detentores do Prêmio Nobel
de Literatura. Destacam-se também o queniano Ngugi Wa Thiong’o, o poeta
ugandense Okot p’Bitek, entre outros.
Não se
pode subestimar o papel significativo que as mulheres africanas exerceram nesta
literatura; em seus livros elas relatam suas experiências complexas e
peculiares, em um continente no qual as mulheres ainda enfrentam problemas
típicos dos séculos passados, como a poligamia, ser mãe, a prostituição e a
subjetividade feminina, além das formas encontradas para fugir da intensa
repressão que sofrem.
Escritoras
como Amma Darko, Flora Nwapa, Buchi Emecheta, Mariama Ba, Fatou Diome, Bessie
Head, Tsitsi Danaremba, entre outras, fazem de sua obra uma bandeira pela
integração do feminino na sociedade africana, radicalmente patriarcal e
machista, bem como nas decisões econômicas e na vivência cultural.
Na
literatura atual sobressaem nomes como os de Mia Couto, José Eduardo Agualusa e
José Luandino Vieira. Mia é de uma família de imigrantes portugueses que se
fixaram em Moçambique, país onde ele nasceu, em 1955. Ele é hoje um dos autores
moçambicanos mais importantes, e traduzido em inúmeros idiomas.
Seus
esforços convergem para a elaboração de uma nova narrativa continental. Sua
principal obra, Terra Sonâmbula, foi escolhida por um júri especial como uma
das melhores produções do século XX. Este romance é constantemente comparado
com os livros do brasileiro Guimarães Rosa.
O
angolano José Eduardo Agualusa é integrante da União dos Escritores Angolanos.
Ele contribuiu não só com sua obra, mas também através da criação, em parceria
com Conceição Lopes e Fatima Otero, da editora brasileira Língua Geral, a qual
é voltada exclusivamente para a edição de livros no idioma português. Entre
suas publicações constam Na rota das especiarias, o Filho do Vento, A girafa
que comia estrelas, entre outras.
Outro
angolano importante é José Luandino Vieira, nascido em Portugal, mas
naturalizado cidadão de Angola por sua imprescindível atuação na construção da
República Popular de Angola, logo depois da conclusão da Guerra Colonial. Em
2006 ele recebeu o Prêmio Camões, o mais significativo nas premiações
literárias, mas o rejeitou, por acreditar que não está mais literariamente
ativo; mesmo depois desse discurso ele ainda lançou mais dois livros, neste
mesmo ano. Entre suas criações estão os contos Luanda e Velhas Histórias; os
romances Nosso Musseque e Nós, os do Makulusu; entre outras novelas e livros
infanto-juvenis.
Fontes:
http://blogs.utopia.org.br/levi/tag/literatura-africana/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mia_Couto
http://pt.wikipedia.org/wiki/José_Eduardo_Agualusa
http://pt.wikipedia.org/wiki/José_Luandino_Vieira
http://blogs.utopia.org.br/levi/tag/literatura-africana/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mia_Couto
http://pt.wikipedia.org/wiki/José_Eduardo_Agualusa
http://pt.wikipedia.org/wiki/José_Luandino_Vieira
domingo, 17 de novembro de 2013
VESPASIANO MARTINS: Todas as turmas - Língua Portuguesa
O que você acha do novo Acordo Ortográfico?
Está em vigor o Acordo
Ortográfico que unifica a escrita em todos os países que falam português. Ainda
causador de dúvidas e polêmicas, o Acordo mudou a grafia de apenas 0,5% das
palavras escritas no Brasil. Para muitas pessoas, esse assunto é indiferente.
Mas quem usa obrigatoriamente a ortografia oficial, como professores,
jornalistas, redatores, editores, escritores e estudantes, tem muito o que
decorar. "Esse Acordo só interessa ao Brasil", já gritaram certos
portugueses. "É útil e facilitará o intercâmbio cultural entre países
lusófonos", retrucam especialistas. O fato é que até 2012, o país precisa
se adequar às novas regras. O que você acha desse Acordo?
ELABORE UMA DISSERTAÇÃO CONSIDERANDO AS IDEIAS A
SEGUIR:
Bom para a unidade e prestígio dos países?
"Para [Evanildo] Bechara, a reforma ortográfica é necessária para defender a língua portuguesa. Trata-se do único idioma falado por um grupo majoritário - mais de 230 milhões de pessoas - no mundo a ter duas grafias diferentes. É essencial que o português se apresente com uma única vestimenta gráfica. Para manter o prestígio e para que seja mais bem ensinado e compreendido por todos".
[Sylvia Colombo. Folha de S. Paulo. Ilustrada, 29/12/08.]
Somos 230 milhões no mundo
[Veja,
Especial, idioma p. 193. São Paulo: Abril. Ed. 2093. Ano 41, nº 52: 31/12/08.]
O (des)acordo ortográfico
"Nesta Folha e em outros veículos, já expressei claramente minha oposição a esse estéril e inoportuno Acordo, cujo custo supera o suposto benefício. Respeito profundamente a posição (...) de homens da estatura e dignidade do lexicógrafo Mauro Villar, [...] e do professor Evanildo Bechara, mas, do baixo da minha insignificância, ouso perguntar: não teria sido melhor esperar que tudo estivesse realmente pronto para "cortar a fita do Acordo?"
[Pasquale Cipro Neto. Folha de S. Paulo. Cotidiano, 1/1/09.]
Um Acordo e várias vozes
· "Buemba!Buemba! [...] Novidades da reforma, ops, do puxadinho ortográfico. Tem um botequim no Rio que tá vendendo lingüiça com trema e linguiça sem trema. Com molho e sem molho! Rárará!"
[José Simão. Folha de S. Paulo. Ilustrada, p. E9. 13/1/09].
· "Pára tudo, tivemos uma idéia ótima.
Quer dizer... Para tudo, tivemos uma ideia ótima. Estranho, não?
(...) Nós continuaremos a gritar: PARA TUDO! Mas olha como é ruim gritar isso
sem acento! O acento confere drama, pressa, desespero. E não, não deixaremos de
ser desesperadas nem dramáticas (...).. Mas teremos de escrever desse jeito,
porque é o que manda a reforma ortográfica que começa a funcionar (...).
[Jô Hallack, Nina Lemos, Raq Affonso. (02 Neurônios) Folha de S. Paulo.
Folhateen, 6/10/08.]
· [...] Vou
sentir falta da velha ortografia, uma falta nada nostálgica, mas visual.
"O voo, sem o circunflexo, parece que ficou mais raso e pesado.(...). E o
que dizer da nova 'ideia'? Sem o acento agudo tornou-se grave, fechada (...). E
os tremas, esses dois pontinhos suspensos, olhinhos fixos que davam tanta graça
e elegância à letra 'u'?
[Milton Hatoum. O Estado de S. Paulo. Caderno 2, 9/1/09]
· Proposta de redação:
Tendo como base as
ideias apresentadas nos textos acima, fazer uma dissertação
sobre o tema O que você acha do novo Acordo
Ortográfico?
· Seu texto deve ser escrito em língua portuguesa;
· Não deve estar redigido em forma de poema (versos) ou narração;
· A redação deve ter no mínimo 15 e no máximo 30 linhas escritas;
· Não deixe de dar um título a sua redação;
Profa. Dilma Oliveira
PARA SEGUNDO E TERCEIRO ANO - VESPASIANO MARTINS:
Atualidade e pertinência do Novo Acordo
O Novo Acordo Ortográfico de 1990, apesar de já terem passado 17 anos sobre a sua aprovação , mantém-se válido e atual .
As razões que , desde sempre , nortearam a procura de uma ortografia tanto quanto possível unificada da língua portuguesa são sobejamente conhecidas.
A primeira razão é de natureza histórica . De facto, torna-se imperioso pôr cobro a uma deriva ortográfica de quase um século .
A segunda razão é de âmbito lusófono e internacional . Sendo a língua portuguesa um instrumento de comunicação de oito países , de quatro continentes , com mais de duzentos milhões de falantes , e língua oficial ou de trabalho de mais de uma dúzia deorganizações internacionais , torna-se urgente que disponha de uma só ortografia unificada.
A terceira razão é de natureza pedagógica e também internacional . Nas várias escolas e instituições em que por esse Mundo fora se ensina e cultiva o português , convém que haja só uma ortografia , e não duas, pois tal facilita a aprendizagem.
Caraterísticas gerais do Novo Acordo
O Novo Acordo privilegia, de certo modo , o critério fonético , em desfavor do critério etimológico . E o que sucede com a supressão, do lado lusoafricano, das chamadas consoantes mudas em palavras como ato (e não acto), direção (e não direcção), ótimo (e não óptimo), etc. Esta supressão, há muito consagrada do lado brasileiro , facilita a aprendizagem e o ensino da ortografia nas escolas . É natural que tal supressão provoque algum desconforto nos adultos , habituados a associar ao significado da palavra a imagem acústica da sua pronúncia e a imagem gráfica da sua forma escrita , imagens automaticamente memorizadas e, por conseguinte , difíceis de modificar , o que exige um ato consciente . Mas alguma prática da nova ortografia e o recurso , hoje de utilização tão comum , a um corretor ortográfico atualizado resolverão rapidamente as dificuldades . No Novo Acordo introduziu-se o alfabeto português e neste incluíram-se as letras k, w e y, que há muito figuram nos dicionários da língua portuguesa e se usam em palavras estrangeiras, e suas derivadas, e ainda em vários símbolos .
Reduziram-se e sistematizaram-se melhor as regras de emprego do hífen , sobretudo nas formações por prefixação , recomposição ejustaposição , adaptando-as a práticas já correntes na grafia de certas terminologias .
Suprimiram-se alguns acentos gráficos e definiram-se, tão objetivamente quanto possível , a situações de dupla grafia , incluindo adupla acentuação.
É certo que o Novo Acordo não consegue atingir a unificação ortográfica absoluta , uma vez que há diferenças intransponíveis dosdois lados do Atlântico , as quais foram acentuadas pelo tempo . As tentativas anteriores de unificação absoluta falharam. O Novo Acordo visa , pois , a unificação possível , mas que , mesmo assim , abrangerá cerca de 98% do léxico e impedirá, com certeza , que asdiferenças se aprofundem e ampliem. Manter-se-á assim a unidade essencial da ortografia da língua portuguesa. Repare-se que oNovo Acordo Ortográfico apenas afeta a grafia da escrita e não interfere de modo nenhum nem nas diferenças orais , nem nas variações gramaticais ou lexicais .
Está ainda previsto no Acordo a elaboração de um amplo Vocabulário Ortográfico Unificado, com a colaboração dos oito países lusófonos, o qual resolverá eventuais dificuldades que possam surgir na aplicação do mesmo Acordo . Enfim , o leitor encontrará aseguir uma súmula , tão clara e sucinta quanto possível , das modificações e alterações trazidas pelo Novo Acordo Ortográfico de 1990.
João Malaca Casteleiro e Pedro Dinis Correia, "Nota Introdutória ao Novo Acordo Ortográfico", Lisboa, Texto Editores , 2007
Cuidado!
Atenção:
Nas formações com o prefixo co-, esse aglutina-se em geral com o segundo elemento mesmo quando iniciado por o:
coobrigação, cooperação, coordenar, etc.
Exemplos
anti-higiênico, anti-herói, mini-hotel,
sobre-humano, super-homem, sub-humano.
Emprego do hífen
Com prefixo, usa-se o hífen diante de palavras iniciadas por h. Exemplos
anti-higiênico, anti-herói, mini-hotel,
sobre-humano, super-homem, sub-humano.
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Para meus queridos alunos do 2ºC:
P / OS GRUPOS DO 2ºC: NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO:
Grupo 4 1ª apresentação: 30/10 vogal + r
ou s
Escreva: CERTO OU ERRADO:
|
1 Adorei a minissaia que
ganhei de aniversário. ______________________________
2 O quarto de João precisa de uma superreforma urgente. _________________________
3 Os homens mais vaidosos já encontram no mercado tipos de
creme antirrugas ____________________________.
|
4 Cerca de 5% da população mundial têm
comportamento anti-social.________________________________
Obs: Foi boa a apresentação do grupo 01, explicaram corretamente com exemplos no quadro, aplicaram o teste e corrigiram.
PARABÉNS!
GRUPO 5 2ºaprt.:
30/10 Hífen qdo vogais =:
Escreva CERTO
OU ERRADO:
1 Livro de auto-ajuda permanece
no topo da lista dos mais vendidos.
_______________________
|
2 Adoro
fazer pipoca no micro-ondas. ________________________
|
|
3 O empresário
deve cumprir pena por roubo em regime semiaberto. _____________________
|
4
Assinale, nas séries que se seguem, aquela em que pelo menos uma palavra
apresenta erro de grafia:
a) hipermercado – intermunicipal – superproteção
b) anti-higiênico – coerdeiro – sobre-humano
c) super-homem – autoescola – infra-estrutura
d) infraestrutura – anteontem – autoestrada.
e) semiaberto – anteontem – autoestrada.
GRUPO 7: 3ª aprt.. 31/10 Hífen qdo perde a noção de composição
Escreva CERTO OU ERRADO:
1
Meu irmão salta de paraquedas muito bem! ________________________
2
Minha filha não come couveflor!
________________________
3
O hífen NÃO será utilizado em compostos que, pelo uso, perdeu-se a noção
de composição. ____________________
4
Devo substituir o para-choque
dianteiro do meu carro. _____________________
GRUPO 1: 4ª aprt.. 31/10 trema e acentuação - ditongos
Escreva CERTO OU ERRADO:
1
Não existirá mais o trema na Língua Portuguesa, nem mesmo em
nomes estrangeiros. _______________________
2 A crise financeira dos EUA pode trazer conseqüências para o Brasil. _________________________
3 A assembleia foi transferida para
próxima sexta-feira. ___________________
4 Meu pai é meu herói. __________________
GRUPO 6: 5ª aprt.. 01/11 Hífen qdo vogais ≠
Escreva CERTO OU ERRADO:
a. O hífen será
utilizado quando o prefixo terminar em vogal diferente da que inicia a segunda
palavra. _________________
b. Ele
freqüenta aulas na autoescola.
_____________________
c. Nunca li
livros de auto-ajuda. ______________________
O médico cubano Juan Hernandes, que
desembarcou em Fortaleza na tarde deste domingo (25) para participar do
programa Mais Médicos, disse que o governo brasileiro precisa melhorar a infraestrutura nos hospitais de
municípios do interior... (FOLHA DE S. PAULO, http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/08/1331832-governo-brasileiro-precisa-melhorar-infraestrutura-de- hospitais-diz-medico-cubano.shtml)
d. Governo brasileiro precisa melhorar a infraestrutra
nos hospitais. ________________________
GRUPO 3: 6ª aprt.. 01/11 Palavras homônimas: grafia =, som e
sentido ≠
Escreva CERTO OU ERRADO:
a. Qual é a forma da fôrma
do bolo? (Facultativo) _______________________
b. Ele deverá pôr o livro na
mesa. ________________________
c. Esta pera está deliciosa! ______________________
d. Para já com essa bagunça! ______________________
GRUPO 2: 7ª aprt..
01/11 Acentuação
formando hiato
Escreva CERTO OU ERRADO:
a. Nos hiatos com “i” e “u”
tônicos o acento continua. ___________________________
b. Assustei-me com tamanha feiura. _________________________
c. Os alunos que lêem mais, sabem
mais. __________________________
d. Como
está a situação do seu voo? .
_________________________
Atenção para a data da prova mensal:
Atenção:
Prova mensal para as turmas do TERCEIRÃO: Dia 08/11/2013.
Conteúdo: - Interpretação textual;
- Gêneros textuais;
- Concordâncias verbal e nominal (forma simples como os exemplos abaixo);
- Crase.
Prova mensal para as turmas do TERCEIRÃO: Dia 08/11/2013.
Conteúdo: - Interpretação textual;
- Gêneros textuais;
- Concordâncias verbal e nominal (forma simples como os exemplos abaixo);
- Crase.
Para meus queridos alunos dos 3ºs ano.
Normas ABNT (Todas
as turmas):
CITAÇÃO
DIRETA OU TEXTUAL
As citações diretas, no texto, de até três linhas, devem estar contidas entre aspas duplas.
As citações diretas, no texto, de até três linhas, devem estar contidas entre aspas duplas.
EX.: Barbour
(1971, p.35) descreve: “O estudo da morfologia dos terrenos..."
As citações
diretas, no texto, de mais de três linhas devem ser destacadas com recuo de 4cm
da margem esquerda com letra menor que a do texto, sem as aspas.
EX.: A
teleconferência permite ao individuo participar de um encontro nacional ou
regional sem a necessidade de deixar seu local de origem. Tipos comum de
teleconferência incluem o uso da televisão, telefone,e computador. Através da
áudio-conferência, utilizando a companhia local de telefone, um sinal de
áudio... (NICHOLS, 1993, p.181)
CITAÇÃO INDIRETA
Transcrição de conceitos do autor consultado, porém descritos com as próprias palavras do redator. Na citação indireta o autor tem liberdade para escrever com suas palavras as idéias do autor consultado.
Transcrição de conceitos do autor consultado, porém descritos com as próprias palavras do redator. Na citação indireta o autor tem liberdade para escrever com suas palavras as idéias do autor consultado.
EX.: Apenas
poucos estudos examinaram a conformação de uma molécula inteira de mucina,
utilizando a NMR de carbono 13 e técnicas de disseminação luminosa, (GERKEN,
1989). (Dentro do parênteses o nome do autor deve estar em letras maiúsculas,
só se usa minúscula no texto).
7 - SINTAXE DE
CONCORDÂNCIA (Todas as
turmas):
Concordância Verbal
e Nominal
Observe:
|
As crianças estão
animadas.
Crianças animadas.
|
No primeiro exemplo,
o verbo estar se encontra na
terceira pessoa do plural, concordando com o seu sujeito,as crianças. No
segundo exemplo, o adjetivo animadas está concordando em
gênero (feminino) e número (plural) com o substantivo a que se refere: crianças. Nesses dois exemplos, as flexões de pessoa, número e gênero se
correspondem.
Concordância é a correspondência de flexão entre
dois termos, podendo ser verbal ou nominal.
CONCORDÂNCIA VERBAL
Ocorre
quando o verbo se flexiona para concordar com seu sujeito.
a) Sujeito Simples
Regra Geral
O sujeito sendo
simples, com ele concordará o verbo em número e pessoa. Veja os
exemplos:
A orquestra tocou
uma valsa longa.
3ª p. Singular 3ª p. Singular
3ª p. Singular 3ª p. Singular
Os
pares que rodeavam a nós dançavam bem.
3ª p. Plural 3ª p. Plural
3ª p. Plural 3ª p. Plural
Casos
Particulares
Há muitos casos em
que o sujeito simples é constituído de formas que fazem o falante hesitar no
momento de estabelecer a concordância com o verbo. Às vezes, a concordância
puramente gramatical é contaminada pelo significado de expressões que nos
transmitem noção de plural, apesar de terem forma de singular ou vice-versa.
Por isso, convém analisar com cuidado os casos a seguir.
1) Quando o sujeito é formado por uma expressão partitiva (parte de, uma porção
de, o grosso de, metade de, a maioria de, a maior parte de, grande parte de...)
seguida de um substantivo ou pronome no plural, o verbo pode ficar no singular ou no plural.
Por Exemplo:
A maioria dos jornalistas aprovou / aprovaram a ideia.
Metade dos candidatos não apresentou / apresentaram nenhuma proposta interessante.
Metade dos candidatos não apresentou / apresentaram nenhuma proposta interessante.
Esse mesmo
procedimento pode se aplicar aos casos dos coletivos, quando especificados:
Por Exemplo:
Um bando de vândalos destruiu / destruíram o monumento.
Obs.: nesses casos, o uso do verbo no singular enfatiza a unidade
do conjunto; já a forma plural confere destaque aos elementos que formam esse conjunto.
2) Quando o sujeito é formado por expressão que indica quantidade aproximada (cerca de, mais de, menos de, perto
de...) seguida de numeral e substantivo, o verbo concorda com
o substantivo. Observe:
Cerca de mil pessoas participaram da manifestação.
Perto de quinhentos alunos compareceram à solenidade.
Mais de um atleta estabeleceu novo recorde nas últimas Olímpíadas.
Perto de quinhentos alunos compareceram à solenidade.
Mais de um atleta estabeleceu novo recorde nas últimas Olímpíadas.
Obs.: quando a expressão "mais de um" se associar a
verbos que exprimem reciprocidade, o plural é obrigatório:
Por Exemplo:
Mais de um colega se ofenderam na tumultuada discussão de ontem. (ofenderam um ao outro)
3) Quando se trata de nomes que só existem no plural, a concordância deve ser feita levando-se
em conta a ausência ou presença de artigo. Sem artigo, o verbo
deve ficar no singular. Quando há artigo no plural, o verbo deve ficar o plural.
Exemplos:
Os Estados Unidos determinam o fluxo da atividade econômica do
mundo.
Alagoas impressiona pela beleza das praias e pela pobreza da população.
As Minas Gerais são inesquecíveis.
Minas Gerais produz queijo e poesia de primeira.
Os Sertões imortalizaram Euclides da Cunha.
Alagoas impressiona pela beleza das praias e pela pobreza da população.
As Minas Gerais são inesquecíveis.
Minas Gerais produz queijo e poesia de primeira.
Os Sertões imortalizaram Euclides da Cunha.
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