Professora com classe
quinta-feira, 19 de maio de 2016
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
domingo, 1 de dezembro de 2013
domingo, 24 de novembro de 2013
Alunos do 3ºC e 3ºD:
Para os alunos do 3ºC e 3ºD:
Sobre Manuel Antônio de Almeida:
Manuel Antônio de Almeida (Rio de Janeiro, 17 de novembro de 1831 — Macaé, 28 de novembro de 1861) foi um médico, escritor e professor brasileiro.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Ant%C3%B4nio_de_Almeida
Sobre Manuel Antônio de Almeida:
Manuel Antônio de Almeida (Rio de Janeiro, 17 de novembro de 1831 — Macaé, 28 de novembro de 1861) foi um médico, escritor e professor brasileiro.
| Ocupação | Médico (formado), jornalista, funcionário público (administrador daTipografia Nacional) |
Filho do tenente Antônio de Almeida e de Josefina Maria de Almeida. Seu pai morreu quando Manuel Antônio tinha onze anos de idade. Concluiu a Faculdade de Medicina em 1855, mas nunca exerceu a profissão. Dificuldades financeiras o levaram ao jornalismo e às letras.
Foi redator do jornal Correio Mercantil, para o qual escrevia um suplemento, A Pacotilha. Neste suplemento publicou nas paginas dos folhetins sua única obra em prosa de fôlego, a novela Memórias de um Sargento de Milícias, de 1852 a 1853, em capítulos.
Pertenceu à primeira sociedade carnavalesca do Rio de Janeiro, o Congresso das Sumidades Carnavalescas, fundado em 1855.
Foi professor do Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro.
Em 1858, foi nomeado diretor da Tipografia Nacional. Lá, conheceu o jovem aprendiz de tipógrafo Machado de Assis.
Procurou iniciar a carreira na política. Quando ia fazer as primeiras consultas entre os eleitores, morreu no naufrágio do navio Hermes, em 1861, na costa fluminense.
Obra
Memórias de um sargento de Milícias, de 1852, foi seu único livro. Retrata as classes média e baixa, algo muito incomum para a época, na qual os romances retratavam os ambientes aristocráticos. A experiência de ter tido uma infância pobre influenciou Manuel Antônio de Almeida no desenvolvimento de sua obra.
Escreveu também a peça de teatro Dois Amores em 1861, que foi apresentada após a sua morte, com música da Condessa Rosawadowska, sem alcançar sucesso.
Também escreveu crônicas, críticas, artigos, etc., publicadas em jornais da época e que foram reunidas em livro, em 1991, por Bernardo de Mendonça a partir da pesquisa de fontes primárias, a começar pelo jornal Correio Mercantil, do Rio de Janeiro. A Obra Dispersa de Manuel Antônio de Almeida reúne não só a colaboração dispersa em jornais e a opereta Dois Amores, mas três antologias complementares: a correspondência ativa, descoberta entre os recentes anos 50 e 60, dirigida a Quintino Bocaiuva, Francisco Ramos da Paz e José de Alencar; os depoimentos de contemporâneos, como Francisco Otaviano, Machado de Assis, Augusto Emilio Zaluar, Felix Ferreira, Joaquim Manuel de Macedo; e, por fim, uma mostra das hesitações críticas nas leituras pré-modernistas das Memórias de Um Sargento de Milícias.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Ant%C3%B4nio_de_Almeida
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
LEITURA VIRTUAL PARA 3ºC e3ºD:
Literatura Africana Contemporânea
A literatura africana contemporânea
não tem recebido, especialmente nos países de língua portuguesa, a devida atenção, merecida por sua importância
cultural. Ela tem se manifestado nos diversos idiomas que configuram a teia
linguística do continente africano, dos quais os principais são os de origem
francesa, inglesa e portuguesa.
A
literatura exercitada neste continente ganhou repercussão mundial por meio de
autores renomados e premiados, como Wole Soyinka, da Nigéria; Nadine Gordimer,
da África do Sul; e o egípcio Naguib Mahfuz, todos detentores do Prêmio Nobel
de Literatura. Destacam-se também o queniano Ngugi Wa Thiong’o, o poeta
ugandense Okot p’Bitek, entre outros.
Não se
pode subestimar o papel significativo que as mulheres africanas exerceram nesta
literatura; em seus livros elas relatam suas experiências complexas e
peculiares, em um continente no qual as mulheres ainda enfrentam problemas
típicos dos séculos passados, como a poligamia, ser mãe, a prostituição e a
subjetividade feminina, além das formas encontradas para fugir da intensa
repressão que sofrem.
Escritoras
como Amma Darko, Flora Nwapa, Buchi Emecheta, Mariama Ba, Fatou Diome, Bessie
Head, Tsitsi Danaremba, entre outras, fazem de sua obra uma bandeira pela
integração do feminino na sociedade africana, radicalmente patriarcal e
machista, bem como nas decisões econômicas e na vivência cultural.
Na
literatura atual sobressaem nomes como os de Mia Couto, José Eduardo Agualusa e
José Luandino Vieira. Mia é de uma família de imigrantes portugueses que se
fixaram em Moçambique, país onde ele nasceu, em 1955. Ele é hoje um dos autores
moçambicanos mais importantes, e traduzido em inúmeros idiomas.
Seus
esforços convergem para a elaboração de uma nova narrativa continental. Sua
principal obra, Terra Sonâmbula, foi escolhida por um júri especial como uma
das melhores produções do século XX. Este romance é constantemente comparado
com os livros do brasileiro Guimarães Rosa.
O
angolano José Eduardo Agualusa é integrante da União dos Escritores Angolanos.
Ele contribuiu não só com sua obra, mas também através da criação, em parceria
com Conceição Lopes e Fatima Otero, da editora brasileira Língua Geral, a qual
é voltada exclusivamente para a edição de livros no idioma português. Entre
suas publicações constam Na rota das especiarias, o Filho do Vento, A girafa
que comia estrelas, entre outras.
Outro
angolano importante é José Luandino Vieira, nascido em Portugal, mas
naturalizado cidadão de Angola por sua imprescindível atuação na construção da
República Popular de Angola, logo depois da conclusão da Guerra Colonial. Em
2006 ele recebeu o Prêmio Camões, o mais significativo nas premiações
literárias, mas o rejeitou, por acreditar que não está mais literariamente
ativo; mesmo depois desse discurso ele ainda lançou mais dois livros, neste
mesmo ano. Entre suas criações estão os contos Luanda e Velhas Histórias; os
romances Nosso Musseque e Nós, os do Makulusu; entre outras novelas e livros
infanto-juvenis.
Fontes:
http://blogs.utopia.org.br/levi/tag/literatura-africana/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mia_Couto
http://pt.wikipedia.org/wiki/José_Eduardo_Agualusa
http://pt.wikipedia.org/wiki/José_Luandino_Vieira
http://blogs.utopia.org.br/levi/tag/literatura-africana/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mia_Couto
http://pt.wikipedia.org/wiki/José_Eduardo_Agualusa
http://pt.wikipedia.org/wiki/José_Luandino_Vieira
domingo, 17 de novembro de 2013
VESPASIANO MARTINS: Todas as turmas - Língua Portuguesa
O que você acha do novo Acordo Ortográfico?
Está em vigor o Acordo
Ortográfico que unifica a escrita em todos os países que falam português. Ainda
causador de dúvidas e polêmicas, o Acordo mudou a grafia de apenas 0,5% das
palavras escritas no Brasil. Para muitas pessoas, esse assunto é indiferente.
Mas quem usa obrigatoriamente a ortografia oficial, como professores,
jornalistas, redatores, editores, escritores e estudantes, tem muito o que
decorar. "Esse Acordo só interessa ao Brasil", já gritaram certos
portugueses. "É útil e facilitará o intercâmbio cultural entre países
lusófonos", retrucam especialistas. O fato é que até 2012, o país precisa
se adequar às novas regras. O que você acha desse Acordo?
ELABORE UMA DISSERTAÇÃO CONSIDERANDO AS IDEIAS A
SEGUIR:
Bom para a unidade e prestígio dos países?
"Para [Evanildo] Bechara, a reforma ortográfica é necessária para defender a língua portuguesa. Trata-se do único idioma falado por um grupo majoritário - mais de 230 milhões de pessoas - no mundo a ter duas grafias diferentes. É essencial que o português se apresente com uma única vestimenta gráfica. Para manter o prestígio e para que seja mais bem ensinado e compreendido por todos".
[Sylvia Colombo. Folha de S. Paulo. Ilustrada, 29/12/08.]
Somos 230 milhões no mundo
[Veja,
Especial, idioma p. 193. São Paulo: Abril. Ed. 2093. Ano 41, nº 52: 31/12/08.]
O (des)acordo ortográfico
"Nesta Folha e em outros veículos, já expressei claramente minha oposição a esse estéril e inoportuno Acordo, cujo custo supera o suposto benefício. Respeito profundamente a posição (...) de homens da estatura e dignidade do lexicógrafo Mauro Villar, [...] e do professor Evanildo Bechara, mas, do baixo da minha insignificância, ouso perguntar: não teria sido melhor esperar que tudo estivesse realmente pronto para "cortar a fita do Acordo?"
[Pasquale Cipro Neto. Folha de S. Paulo. Cotidiano, 1/1/09.]
Um Acordo e várias vozes
· "Buemba!Buemba! [...] Novidades da reforma, ops, do puxadinho ortográfico. Tem um botequim no Rio que tá vendendo lingüiça com trema e linguiça sem trema. Com molho e sem molho! Rárará!"
[José Simão. Folha de S. Paulo. Ilustrada, p. E9. 13/1/09].
· "Pára tudo, tivemos uma idéia ótima.
Quer dizer... Para tudo, tivemos uma ideia ótima. Estranho, não?
(...) Nós continuaremos a gritar: PARA TUDO! Mas olha como é ruim gritar isso
sem acento! O acento confere drama, pressa, desespero. E não, não deixaremos de
ser desesperadas nem dramáticas (...).. Mas teremos de escrever desse jeito,
porque é o que manda a reforma ortográfica que começa a funcionar (...).
[Jô Hallack, Nina Lemos, Raq Affonso. (02 Neurônios) Folha de S. Paulo.
Folhateen, 6/10/08.]
· [...] Vou
sentir falta da velha ortografia, uma falta nada nostálgica, mas visual.
"O voo, sem o circunflexo, parece que ficou mais raso e pesado.(...). E o
que dizer da nova 'ideia'? Sem o acento agudo tornou-se grave, fechada (...). E
os tremas, esses dois pontinhos suspensos, olhinhos fixos que davam tanta graça
e elegância à letra 'u'?
[Milton Hatoum. O Estado de S. Paulo. Caderno 2, 9/1/09]
· Proposta de redação:
Tendo como base as
ideias apresentadas nos textos acima, fazer uma dissertação
sobre o tema O que você acha do novo Acordo
Ortográfico?
· Seu texto deve ser escrito em língua portuguesa;
· Não deve estar redigido em forma de poema (versos) ou narração;
· A redação deve ter no mínimo 15 e no máximo 30 linhas escritas;
· Não deixe de dar um título a sua redação;
Profa. Dilma Oliveira
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